o sistema que tanto maltrata
só é trato
se continuarmos . . .
vend
ados
20121112
20121003
20121001
.abismo.
do alto do inimaginável salto
cada anseio era concreto,
dois corpos caíam
e nenhum sumia
su
b
ía
m!
encaravam o olhar felino
a cicatriz do indivíduo,
a reticência do infindo
.abrigo.
cada anseio era concreto,
dois corpos caíam
e nenhum sumia
su
b
ía
m!
encaravam o olhar felino
a cicatriz do indivíduo,
a reticência do infindo
.abrigo.
20120922
20120917
20120915
20120907
20120822
20120731
Prece de Praia
Agora,
viria aquele medo
que quase impediria
o ser tão feliz.
Aquela certa hora
quando por trás da calmaria
arrebentaria-se a tormenta
que por certo carrego.
Estou é feliz,
pois o próximo passo
além de calmo,
é crer acreditado
em um por vir alvo.
viria aquele medo
que quase impediria
o ser tão feliz.
Aquela certa hora
quando por trás da calmaria
arrebentaria-se a tormenta
que por certo carrego.
Estou é feliz,
pois o próximo passo
além de calmo,
é crer acreditado
em um por vir alvo.
20120727
20120726
Parahyba,
em carne,
levo-me bem
aos olhos dos outros.
Mas e o vulto,
que em meu oco
sustenta além do corpo,
a saudade?
levo-me bem
aos olhos dos outros.
Mas e o vulto,
que em meu oco
sustenta além do corpo,
a saudade?
20120401
20120119
20101129
20101116
O olhar mormaço do outro é o modelar dos espinhos.
à Chico Bezerra, meu cacto.
Sinto saudade da ansiedade de Chico almejando o sol das 4 horas.
E arqueado prus 4 canto celeste
Bezerra derrete.
Mas, isso era nas antiga de sua vida
naquela, quando a raíz nunca birrava por água
porque tendo perna cumprida
num tem palma que infarta!
20101031
Pra'quele que monitora a flora deste bixo.
Enfim explico:
Escrevo para quem decifra
a vida exposta em cristal líquido.
Escrevo para quem decifra
a vida exposta em cristal líquido.
20101025
Pronto
Do alto vi esse homem desmedido e ritmado
de olhar baixo,
como quem procura centavos.
Imóvel e tenro,
ouvindo o mundo em fios e arranques de móveis.
Interno,
ao penetrar na derme das doloridas mortes.
Sua insistência é também esconderijo
do amarelo astro.
Sem quisto quando o aço
topa com a fria
carne cardíaca.
Impelido do olhar à espreita, sempre afastado, de lado,
contradireita.
Seu alvo era negro e bem desenhado
circular, desalmado.
Seu diálogo
era
cheio
de..
de pequenos titubeios.
Nas epifanias, tudo era de uma querida utopia.
E acreditava não ser mesmo daqui
ter vivido por alí, e até em si.
Mas de tudo que sei
seu elixir é o ir.
E quem sabe ao voltar,
seu semblante não mais diz:
- Nauseado existir!
*pranto
de olhar baixo,
como quem procura centavos.
Imóvel e tenro,
ouvindo o mundo em fios e arranques de móveis.
Interno,
ao penetrar na derme das doloridas mortes.
Sua insistência é também esconderijo
do amarelo astro.
Sem quisto quando o aço
topa com a fria
carne cardíaca.
Impelido do olhar à espreita, sempre afastado, de lado,
contradireita.
Seu alvo era negro e bem desenhado
circular, desalmado.
Seu diálogo
era
cheio
de..
de pequenos titubeios.
Nas epifanias, tudo era de uma querida utopia.
E acreditava não ser mesmo daqui
ter vivido por alí, e até em si.
Mas de tudo que sei
seu elixir é o ir.
E quem sabe ao voltar,
seu semblante não mais diz:
- Nauseado existir!
*pranto
20101023
Assinar:
Postagens (Atom)